Novidades são MUITAS, e eu gostaria de detalhar melhor cada um dos fatos que vou resumir neste post, mas se ficar adiando não vou fazer isso nunca. Vamos lá então:
- Durante o feriado do Carnaval, passei uma tarde na mangazine jogando LOTR. Finalmente enfrentei os New Trackers do Mendes, foi uma partida muito interessante, mas o Gil-Galad de Treachery and Deceit entrou em jogo no site 1 e possibilitou a corrida até o 9, com dois double moves, mesmo não podendo voltar as seclusions contra as conditions malas daquela shadow. Deu pra ver que o New trackers dá bastante trabalho, e pune severamente decks que não conseguem ganhar skirmishes com frequência.
- Neste mesmo dia, Patroa aprendeu a jogar Resident Evil LCG e adorou. No dia seguinte encomendamos, e está pra chegar. Ontem chegaram os personagens promos, Chris Redfield e Jill Valentine, que eu comprei há uma semana. O jogo é bastante interessante, vc deve construir seu deck enquanto vai jogando. Morrer é a regra, sobreviver é a exceção. Show!!!
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| Jill e Chris Promos... mas da caixa do core set nem sinal até agora... tsc. |
- Além disso, um chapa mangaziner me vendeu starters de UFS que deram uma bela reanimada nesse jogo. Eu e meu irmão temos jogado UFS nessas semanas, e tem sido bastante divertido, ensinei a Patroa também. Os decks antigos, dos personagens de Street Figher, estão ficando melhores, mas é muito nítido que os novos starter decks estão milhas à frente dos antigões. Abaixo, uma cena que eu fotografei de uma dessas jogatinas noturnas do Clã: o Ken do meu irmão não tinha levado nenhuma porrada até então, e o meu Haohmaru estava quase morrendo. Meu irmão desceu uma mão inteira de ataques e ficou sem nada pra bloquear. O contra-golpe foi tão imbecil que ele até foi dormir depois dessa...
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| Haohmaru causando 25 de dano em um turno com apenas 3 ataques na mão (Offer a Duel havia sido jogado no turno anterior). As cartas no canto direito em diagonal eram as que restaram na minha mão. |
- No fim de semana seguinte ao Carnaval, demos uma passada na Terramédia e encontramos preços incríveis de Legends of the Five Rings: boosters a R$2 e decks starters a R$5. Pra quê? Levei um bocado de cartas de Samurai Edition. Pena que jogar que é bom, nada. O jogo é muito confuso, mas eu continuo com uma enorme curiosidade. Já tenho cartas pra montar bons Mantis, Dragon e Phoenix. Falta tirar tempo pra aprender de verdade e falta também arrumar com quem jogar. Os cards com preços obcenos na Terramédia também contemplam Anachronism, então se alguem ainda precisa completar coleção com sets 1 e 2, vale a pena dar uma ligada lá.
- Na sexta passada, dia 25, fui ao Rio de Janeiro a trabalho e acabei ficando no sábado por lá mesmo. No dia 26 encontrei o Alessandro, o Chacal e o Ícaro no Bobs Tijuca, praticamente a Mangazine dos cariocas. Foi uma tarde ótima, jogando VS System e aprendendo Warhammer LCG. No VS, joguei com o deck de Green Lantern do Alessandro, venci o Brotherhood do próprio e tomei uma sova do JLA do Chacal (Green Arrow sozinho >>> toda tropa dos Green Lantern). Mas o que mais me chamou a atenção é que os caras têm um grupo regular de jogatinas em uma cidade que é um convite ao sol e à curtição. Servem de exemplo para nós paulixtas que não conseguimos nem ver os amigos com frequência pq não temos "agenda"... além disso, eles compram as coisas coletivamente e nem todo mundo compra de tudo. Me pareceu um modelo bem melhor do q o cada um por si q vejo por aqui. Paulista é foda...
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| Alessandro, Chacal e Ícaro: jogatina de VS System e Warhammer LCG no Bobs Tijuca, heróis da resistência carioca! |
- Sobre o Warhamer, mais um jogo de cartas fixed (LCG). O jogo se mostrou bem mais profundo do que eu havia pensado de início. Basicamente, ele permite que vc invista suas cartas entre 3 áreas fundamentais em qualquer card game: geração de recursos (mana), compra de cartas, ou combate. Necessariamente vc terá que partir para o combate para derrotar o oponente, mas o quando e o como é que são as chaves da questão. Investir em compra de cartas e poder comprar 5 ou 6 cartas por turno sem limite de hand size é lindo demais (só tomando o cuidado de não se deckar, claro, senão vc perde o jogo). Investir em geração de recursos é uma necessidade gritante, visto que sem isso vc não dá cast em metade das cartas da mão. Isso tudo tendo que se defender da ofensiva inimiga. Com o primeiro deck, ultra aggro, eu fiquei a um ponto de dano de vencer o jogo numa ofensiva quase que kamikaze, até que o Alessandro estabilizou a mesa com um anjo andrógeno apelão. No segundo a disputa foi interessantíssima, assim como as escolhas de onde investir, e o excesso de opções me proporcionou uma vitória razoavelmente tranquila. Jogo com grande potencial no que diz respeito à mecânica.
Por hora é isso chapas. Ainda tenho assuntos acumulados, tomara que consiga ir destravando um por um... vou fazer o possível pra postar com mais frequência.
Abs,
Game on!



Adorei os posts more, um super resumão de tudo que aconteceu, agora é só aguardarmos cenas dos próximos capítulos...e esperar o residente Evil chegar ;-)
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